sexta-feira, 29 de julho de 2011

Paródia do livro "Crepúsculo"

Opúsculo: A Paródia

  • Opúsculo: A Paródia

    "Sobre três coisas eu estava absolutamente certa: Primeira, Edwart talvez fosse, muito provavelmente, minha alma gêmea. Segunda, existia uma parte do vampiro dentro dele - que eu presumia que estivesse completamente fora de seu controle - que queria me ver morta. E terceira, eu incondicionalmente, irrevogavelmente, impenetravelmente, heterogeneamente e ginecologicamente desejava que ele tivesse me beijado."

    Você provavelmente já leu algo muito parecido com a declaração acima e pode estar pensando que se trata de um plágio, ou uma mera coincidência, mas não é nada disso. Ela resume a premissa do livro Opúsculo - A Paródia, escrito pela revista de humor The Harvard Lampoon. Opúsculo é uma hilariante paródia do Crepúsculo, de Stephenie Meyer, e conta a história de amor de Belle Goose e o misterioso e brilhante Edwart Mullen, Belle é uma garota pálida e desajeitada que chega a cidade de Switchblade, Oregon, buscando aventura, ou pelo menos um colega de classe imortal. Após testemunhar uma série de eventos estranhos - Edwart deixa suas batatas fritas intocadas no almoço! Edwart a salva de uma bola de neve voadora! - Belle tem uma dramática revelação: Edwart, um geek com interesse zero em garotas, é na verdade um vampiro, pelo qual ela está completamente apaixonada. Surge então o dilema: como ela poderia convencê-lo a mordê-la e assim transformá-la em sua noiva eterna, já que ele parece achar todas as garotas tão repulsivas? Cheio de romance, perigo, insuficiente proteção paternal, arrepiante comportamento de caçador compulsivo e com um baile de formatura de vampiro, Opúsculo é um conto tumultuado sobre uma garota obcecada por vampiros, que busca o amor em todos os lugares errados.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Colunistas Folha.com- 7ª série A e B

Alberto Pereira Jr.
Alberto Pereira Jr.

Alberto Pereira Jr., 24 anos, trabalha no caderno Show do jornal Agora, do Grupo Folha, desde março de 2008. Zapping fala dos bastidores de televisão e do mundo artístico e adianta as mudanças na TV. Escreve diariamente.

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Cida Santos
Cida Santos

Cida Santos, 45, é jornalista e uma das autoras do livro "Vitória", que narra a trajetória da seleção masculina de vôlei, campeã olímpica em 1992.

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Clóvis Rossi

Clóvis Rossi é repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha, ganhador dos prêmios Maria Moors Cabot (EUA) e da Fundación por un Nuevo Periodismo Iberoamericano. Assina coluna às terças, quintas e domingos no caderno Mundo. É autor, entre outras obras, de "Enviado Especial: 25 Anos ao Redor do Mundo e "O Que é Jornalismo".

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Eliane Cantanhêde

Eliane Cantanhêde é colunista da Folha desde 1997 e comenta governos, política interna e externa, defesa, área social e comportamento. Foi colunista do "Estado de S. Paulo" e diretora de redação das sucursais de "O Globo", "Gazeta Mercantil" e da própria Folha em Brasília. Escreve às quartas-feiras.

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Fernando Canzian

Fernando Canzian é repórter especial da Folha. Foi secretário de Redação, editor de Brasil e do Painel e correspondente em Washington e Nova York. Ganhou um Prêmio Esso em 2006. Escreve às segundas-feiras.

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Gilberto Dimenstein

Gilberto Dimenstein 54, integra o Conselho Editorial da Folha e vive nos Estados Unidos, onde foi convidado para desenvolver em Harvard projeto de comunicação para a cidadania.

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Hélio Schwartsman

Hélio Schwartsman, 44 anos, é bacharel em filosofia e jornalista desde 1988. Na Folha, ocupou diferentes funções, de redator a editor. É hoje articulista e colunista. Publicou em 2001 o romance "Aquilae Titicans - O Segredo de Avicena - Uma Aventura no Afeganistão". Escreve às quintas-feiras.

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Humberto Luiz Peron

Humberto Luiz Peroné jornalista esportivo, especializado na cobertura de futebol, editor da revista "Monet" e colaborador do diário "Lance". Escreve às terças-feiras.

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João Pereira Coutinho

João Pereira Coutinho, 34 anos, é colunista de Ilustrada da Folha. Reuniu seus artigos para o Brasil no livro "Avenida Paulista" (Record). Escreve quinzenalmente, às segundas-feiras.

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José Antonio Ramalho

José Antonio Ramalho é escritor, jornalista e fotógrafo. Publicou 108 livros sobre tecnologia, mitologia grega e fotografia, traduzidos para o inglês, espanhol, polonês, indonésio e chinês. Ganhou dois prêmios de jornalismo técnico. Twitter @joseramalho

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José Luiz Portella

José Luiz Portella Pereira, 58, é engenheiro civil especializado em gerenciamento de projetos, transportes e tráfego. Foi secretário estadual dos Transportes Metropolitanos e de Serviços e Obras da Prefeitura de São Paulo. Formulou e implantou o Programa Alfabetização Solidária. Escreve às quintas-feiras.

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Kennedy Alencar

Kennedy Alencar escreve na Folha.com às sextas. Apresenta o programa de entrevistas "É Notícia", da RedeTV!, à 0h30 de domingo para segunda. Faz comentários no "RedeTVNews", telejornal que começa às 21h10. Na rádio CBN, é titular da coluna "A Política Como Ela É", que vai ao ar às 8h55 de terças e quintas no Jornal da CBN.

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Luiz Caversan

Luiz Caversan é jornalista, produtor cultural e consultor na área de comunicação corporativa. Foi repórter especial, diretor da sucursal do Rio da Folha, editor de Cotidiano, Ilustrada e Dinheiro, entre outros. Escreve aos sábados.

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Luli Radfahrer

Luli Radfahrer é Ph.D. em Comunicação Digital pela ECA (Escola de Comunicações e Artes) da USP, onde é professor há 18 anos. Trabalha com internet desde 1994. Hoje é consultor em inovação digital, com clientes no Brasil, Estados Unidos, Europa e Oriente Médio. Escreve quinzenalmente na Folha.com e no caderno Tec da Folha.

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Paul Krugman

Paul Krugman, 57 anos, é prêmio Nobel de Economia (2008), colunista do "The New York Times" e professor na Universidade Princeton (EUA). Um dos mais renomados economistas da atualidade, é autor ou editor de 20 livros e tem mais de 200 artigos científicos publicados em jornais especializados. Escreve às segundas e sextas-feiras.

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Patrícia Campos Mello
Patrícia Campos Mello

Patrícia Campos Mello é repórter especial da Folha. Escreve sobre política e economia internacional. Foi correspondente em Washington durante quatro anos, onde cobriu a eleição do presidente Barack Obama, a crise financeira e a guerra do Afeganistão, acompanhando as tropas americanas. Escreve às sextas-feiras.

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Sérgio Malbergier

Sérgio Malbergier foi editor de Dinheiro (2004-2010) e Mundo (2000-2004), correspondente em Londres (1994) e enviado especial da Folha a países como Iraque, Israel e Venezuela, entre outros. Dirigiu dois curtas-metragens, "A Árvore" (1986) e "Carô no Inferno" (1987). Escreve às quintas-feiras.

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Sylvia Colombo

Sylvia Colombo, 39, está na Folha desde 1993 e já foi repórter, editora do Folhateen e Ilustrada e correspondente do jornal em Londres. É formada em jornalismo e história.

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Valdo Cruz

Valdo Cruz é repórter especial da Folha. Foi diretor-executivo da Sucursal de Brasília durante os dois mandatos de FHC e no primeiro de Lula. Ocupou a Secretaria de Redação da sucursal e atuou como repórter de economia. Escreve às terças-feiras

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Deu a Louca na Chapeuzinho - O Bode Japeth

Sherlock Holmes - TRAILER OFFICIAL LEGENDADO (HD)

Portal da Língua Portuguesa

Portal da Língua Portuguesa

O Portal da Língua Portuguesa é um repositório organizado de recursos linguísticos. Pretende ser orientado tanto para o público em geral como para a comunidade científica, servindo de apoio a quem trabalha com a língua portuguesa e a todos os que têm interesse ou dúvidas sobre o seu funcionamento. Todo o conteúdo do Portal é de livre acesso e está em constante desenvolvimento.

As origens da Língua Portuguesa

A língua portuguesa é uma língua neolatina, formada da mistura de muito latim vulgar  mais a influência árabe e das tribos que viviam na região.

Sua origem está altamente conectada a outra língua (o galego), mas
o português é uma língua própria e independente.
Apesar da influência dos tempos tê-la alterado, adicionando vocábulos franceses, ingleses, espanhóis, ela ainda tem sua identidade única, sem a força que tinha no seu ápice, quando era quase tão difundida como agora é o inglês.

No oeste da Península Ibérica, na Europa Ocidental, encontram-se Portugal e Espanha.
Ambos eram domínio do Império Romano a mais de 2000 anos, e estes conquistadores falavam latim, uma língua que eles impuseram aos conquistados. Mas não o latim culto usado pelas pessoas cultas de Roma e escrito pelos poetas e magistrados, mas o popular latim vulgar, falado pela população em geral.
Isto aconteceu porque a população local entrou em contato com soldados e outras pessoas
incultas, não magistrados.

Logicamente não podemos simplesmente desprezar a influência lingüística dos conquistados.
Estes dialetos falados na península e em outros lugares foram regionalizando a língua.
Também devemos considerar a influência árabe, que inseriu muitas termos nestes romanços
até a Reconquista.
Este processo formou vários dialetos, denominados cada um deles genericamente de romanço (do latim romanice, "falar à maneira dos romanos").
Quando o Império Romano caiu no século V este processo se intensificou e vários dialetos foram
se formando. No caso específico da península, foram línguas como o catalão, o castelhano e o galego-português (falado na faixa ocidental da península).

Foi este último que gerou o português e o galego (mais tarde uma língua falada apenas na região
de Galiza, na Espanha). O galego-português existiu apenas durante os séculos XII, XIII e XIV,
na época da Reconquista. Após esse periodo foi asparecendo, cada vez mais, diferenças entre o
galego e o português. Este último era falado no sul da faixa ocidental da província, na região de Lisboa.

Esta língua consolidou-se com o tempo e a expansão do Império Português.

Do século XII ao século XVI falava-se uma forma arcaica de português, ainda com a influência do galego (o português arcaico propriamente apenas desde o século XIV).

Foi com essa linguagem que escreveram os trovadores naquela
época, enriquecendo a paupérrima (5.000 vocábulos no século XII) língua portuguesa. Esta fase da Língua Portuguesa acaba com a nomeação de Fernão Lopes como cronista mor da Torre do Tombo em 1434.

Mas apenas a partir do século XVI, com a intensa produção literária renascentista de Portugal, especialmente a de Camões, o português uniformiza-se e adquiri as características
atuais da língua.

Em 1536 Fernão de Oliveira publicou a primeira Gramática da Linguagem Portuguesa,
consolidando-a definitivamente.